Fomos feitos para ser carregados!

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Em 1970, Dr Hassenstein definiu os animais em categorias, entre elas os nidicolas e os carregadores. Dr Hassenstein definiu o ser humano como um carregador passivo, visto que o bebé humano não consegue sozinho agarrar-se ao progenitor e necessita do apoio deste.

Os bebés nidicolas são animais que se sentem em segurança no ninho;

Os bebés “carregadores” são bebés que se sentem em segurança junto ao corpo da mãe;

A composição do leite dos mamíferos nidicolas sacia por longas horas, para que as crias possam ficar sozinhas no ninho durante longos períodos de tempo enquanto os progenitores vão caçar;

O leite materno dos mamíferos “carregadores” sacia por curtos periodos, logo estes não podem ficar sozinhos por periodos de tempo muito longos, e necessitam de se alimentar com frequência;

Os bebés dos mamiferos “carregadores” têm reflexos para se agarrar, ao nivel das mãos e dos pés (preensão palmar e plantar).

“Tudo acontece como se no Ocidente o Homem se tivesse transformado em nidicola, colocando os seus bebés em ninhos mais ou menos fofinhos. O problema é que as necessidades dos bebés, essas não mudaram, e o berço de que eles  necessitam é o berço que anda, constituido pelo corpo da sua mãe” (Claude-Suzanne Didierjan-Jouveau, Porter bébé, Tradução)

Podemos então, mais uma vez, concluir que o lugar dos nossos bebés é no nosso colo.

Dar colo aos nossos bebés, carregá-los, não é de todo “habituá-los mal”, é antes  responder da firma mais adequada às suas necessidades mais básicas!

Assim vai a vida… aos olhos de uma enfermeira (que é uma mãe que dá muito colo)!

(Imagem original em https://www.facebook.com/Bebebienporte/)

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